Regresso!

Olá a todos!
Bem-vindos a mais um ano escolar!
Estamos muito entusiasmados com os amigos, os livros e as histórias que temos para conhecer. 
Vai ser emocionante!


Os príncipes empresários

Era uma vez um príncipe e uma princesa que estavam a conversar na hora do chá.

Eles estavam a tentar arranjar um negócio que rendesse muito dinheiro e, então, um deles deu uma ideia. A ideia era construir uma empresa de petróleo. Então, o príncipe disse:

– É uma boa ideia, mas, para isso, é preciso um grande investimento!

– Pois é. Nós não temos tanto dinheiro assim – disse a princesa.

– Não faz mal. O meu pai é super milionário. Pode ajudar-nos!

– Então, amanhã vamos pedir-lhe dinheiro emprestado – concluiu a princesa.

No dia seguinte, foram falar com o rei. Ele pensou um pouco e acabou por aceitar o negócio, mas com uma condição:

– Eu quero ser vosso sócio!

– Está combinado! – exclamaram os príncipes.

De seguida, foram a uma empresa de construção civil para tratar das obras.

Em pouco tempo a empresa estava pronta, começando a produzir petróleo. Além de ficarem ainda mais ricos, ajudaram o povo a viver melhor.


O meu cão

O meu cão chama-se Djimy. Ele é branco e preto. Adora brincar, correr e saltar. Ele é muito brincalhão!

O Djimy come ração e bebe água. Porém, ele come pouca ração, porque do que ele gosta mesmo é de ossos de frangos.

Ele é um bocado grande e pesado. Tem um olho castanho e outro azul. Tem um nariz preto e os dentes dele são fortes e afiados.

Quando o meu pai o solta, é difícil prendê-lo porque ele é mesmo muito ágil.


O Shrek no Pólo Norte

O Shrek foi ao Pólo Norte visitar o Pai Natal.

− Truz, truz, truz.

− Quem vem lá? – perguntou Capuchinho Vermelho.

Sou eu, o Shrek.

O Pai Natal foi logo abrir a porta.

Boa noite, Pai Natal! Trouxe-lhe um dos meus cozinhados para o senhor provar disse o Shrek.

A certa altura, o ogre verde reparou que também o Capuchinho Vermelho estava em casa do Pai Natal.

-Olá! Como está, Capuchinho Vermelho? Já li muitas vezes a sua história disse o Shrek.

Os seus filmes também são muito divertidos. E a Fiona? Onde está? perguntou a Capuchinho Vermelho.

A Fiona está a cuidar do nosso filho respondeu o Shrek.

Ti, ti, ti.

O telemóvel está a tocar – avisou o Pai Natal.

É a Fiona que me está a pedir para regressar a casa. – informou o ogre, depois de ler a mensagem.

Por fim, despediu-se de todos e deixou o Pai Natal à conversa com a Capuchinho Vermelho.


Presentes para o Pai Natal

O Pai Natal foi abrir a porta, para ver quem é que o tinha chamado. Quando a abriu a porta, viu o Pinóquio.

– Entra! A que se deve esta visita à minha casa? – perguntou o Pai Natal.

− É para lhe vir dar uma prenda. O senhor merece, pois já me deu tantas prendas. É uma forma de lhas agradecer.

– Não era preciso dares-te ao trabalho. Eu dou as prendas aos meninos e às meninas porque gosto de oferecer prendas aos mais novos.

− Espero que goste do presente que lhe trouxe. É uma marioneta que o meu pai fez em forma de Pai Natal.

− Gostei muito da tua prenda, Pinóquio, e da tua também, Capuchinho Vermelho. Tenho é que emagrecer um pouco…

− Pai Natal, tem aqui mais prendas do Lobo Mau, da Branca De Neve e do Mickey, mas depois tu vê nas etiquetas. Eu vou-me embora. Adeus, Pai Natal!

− Adeus, Pinóquio! Manda um abraço meu a todos eles.



Vida de Estrela

Era uma vez uma rapariga que odiava os paparazzi, os quais andavam atrás dela porque ela era famosa. Dava pelo nome de Hannah.

Um dia, ela tinha feito uma coisa horrível que vocês não adivinham: faltou a um concerto em Londres.

Desapontou os fãs e muito, mas sabem porque ela faltou ao concerto? Os paparazzi tinham-na raptado porque ela não os deixava fotografá-la.

Passada uma semana, ela conseguiu fugir dos seus raptores e foi logo à polícia apresentar queixa. Porém, a única coisa que os agentes faziam era pedir-lhe autógrafos. Mas seria assim tão estranho ser a Hannah e pedir ajuda à polícia? Ela ficou muito triste e angustiada.

Por fim, tudo se resolveu, mas, ainda assim, os fãs castigaram-na por ela ter faltado. Foi por isso que ela teve de dar dois concertos seguidos.